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13 abril 2015

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Educação dos filhos: Quais os limites da disciplina?



Olá meus amores, tudo bem?
Hoje temos por aqui algumas mamães blogueiras que vieram expor suas opiniões sobre os limites da disciplina em um bate-papo conosco no De Mãe para Mãe. 


Como melhor disciplinar os filhos pode ser uma tarefa difícil de aprender, mas é de importância crucial. Alguns afirmam que a disciplina física (castigo corporal) como a palmada seja o único método de disciplina. Outros insistem que "castigos" e outras punições que não envolvam a disciplina física são muito mais eficazes. 


_Elaine Rizzo, autora do blog Mãe de moleque, mamãe do Ítalo de 7 anos_ 

"Aqui em casa a disciplina é algo levado muito a sério, no começo já com um ano ficava no cantinho de reflexão. Depois um pouco maior já é usamos mais a conversa.

Cada período da criança tem novos desafios agora estou enfrentando um difícil, mas vamos superar com bastante amor."


_Daniela Zanatto, autora do blog Mamãe Aprendiz, mamãe do casal Mariana de 4 anos e Gabriel 2 anos.

"Educar é um grande desafio, diria inclusive, que é um dos maiores enfrentados por pais e mães. Dar comida, um teto, escola e roupas, a gente se esforça, batalha, mas consegue. Dar amor é fácil. É só ser sincero em nossos sentimentos com nossos filhos, e a coisa sai naturalmente. Já educar, assumo, é complicado. 
Para nós, mães e pais, é um jogo de acerta-e-erra. Espero que com mais acertos que erros. É aí que entendemos alguns dos erros dos nossos pais e os perdoamos por eles. Porque realmente não é fácil. Primeiro, porque cada filho reage de uma forma, e precisamos lidar com eles de forma única porque são únicos. Segundo porque existem tantas teorias, mas é na prática e com o passar do tempo, que vamos descobrindo o que funciona e o que não funciona no nosso caso. O que funciona com o vizinho pode não funcionar com o seu filho. 
Confesso que já tentei a palmada. Aquela quase psicológica (um tapinha na mão ou no bumbum), que dói mais em nós do que neles. Fui criada assim, nunca fui traumatizada por isso, e não via mal nenhum. Entretanto, foi frustrante. Primeiro, porque vamos combinar: é uma agressão, uma violência. Por mais que seja leve, não deixa de ser uma violência. Além disso, estou ensinando aos meus filhos que, quando as palavras não resolvem, devemos partir para a agressão física, e eles aprendem a lição rapidamente. Entre todos os fatores psicológicos, gera também irritação e intolerância neles. 
Decidi que não faria mais. Não é fácil. Quando a casa tá caindo, as crianças "derrubando" o quarto ou fazendo algo que você já disse zilhões de vezes que não pode, é estressante e realmente dá vontade de "esquentar" o bumbum, como dizia minha mãe. Mas não é o melhor caminho. 
O amor é o melhor caminho. Acalmar-se (não, não é fácil), conversar, explicar, entender a situação pela ótica da criança, colocar-se no lugar dele... esse sim é o melhor caminho. Acho que os castigos constantes também não valem, mas retirar o brinquedo preferido por um dia, ou o programa de TV vale sim e ajuda eles a entenderem que nossos atos tem consequência. E firmeza não significa violência e nem gritos (sim, estou aprendendo isso também). Podemos ser firmes olhando nos olhos e falando com calma.
Algo que aprendi e que sempre me lembro é que o "não" deve ser mantido. Não adianta falar "não" até que ele chore a ponto de nos irritar e aí deixamos. Crianças precisam de regras. Regras claras e que devem ser seguidas. Vale também negociação em alguns momentos, mas não sempre. Eles precisam entender que algumas coisas "não pode e pronto". Outras "pode em alguns momentos". Para isso, a conversa, o entendimento conjunto dos pais (não adianta a mãe proibir e o pai deixar), e principalmente a firmeza serão essenciais. E o amor, sempre ele a nos guiar na difícil arte de educar.
Somado a isso, é pedir a Sabedoria a Deus a cada dia, para que Ele nos faça melhores pais e educadores!"


_Gisele, autora do blog Sou Mãe, mamãe da Isabela de 1 ano e 10 meses_

"Minha filha tem 1 ano e 10 meses e aqui na nossa casa eu e meu marido concordamos que não pretendemos usar o método da palmada para educar nossa filha, mas isso não quer dizer que ela pode fazer tudo o que quiser. Acho sim que criança tem que ter limites e tem que receber consequências por seus atos. O que fazemos na nossa casa é dar uma consequência para o ato, jogou comida no chão, ela tem que juntar, ficou brava e jogo longe os brinquedos, tem que buscar, em último caso se desobedecer vai para o castigo. Acho que hoje em dia existem outras formas de educar as crianças sem ser através do castigo físico."


_Alê Nunes, autora do blog Da Fertilidade à Maternidade, mamãe da Giovana de 7 anos_

"Disciplina realmente é uma tarefa difícil, acredito e, pela minha experiência própria, o que mais dá resultado é o exemplo e a comunicação com a criança. Com a Gi, procuro sempre dizer o não, mas explicar o porquê do não, e isso tem funcionado bem. Claro, que a explicação tem que ser dada de acordo com a idade da criança para que ela consiga realmente entender e sempre olhando nos olhos, abaixo na altura dela. 
Quando só falar não resolve, aí o método, lá em casa, é deixar algum tempo (também conforme a faixa etária) sem algo que ela gosta, como ficar sem ver desenho, por exemplo. Na hora de liberar do 'castigo', sempre procuro explicar novamente porque ela passou por aquilo, deixando claro também que, a mamãe e o papai fazem isso para ensinar, porque estão cuidando dela. 
Hoje em dia minha filha, maiorzinha, com 7 anos, ela mesma fala 'mamãe, né que tu briga, porque tu quer me ensinar e está cuidando de mim?!', nessa hora, acho que estou no caminho certo, assim espero :)"


_Ramonnielly, autora do blog Mamãe Conectada, mamãe da Júllia de 1 ano_

"Sou a favor de sempre pregar a disciplina de forma positiva e, assim tem sido com a Júllia!

Acredito que para impôr limites, não precisamos ser autoritários, rudes, e sim respeitosos, compreensivos, justos. Para disciplinar a Júllia, uso dois meios que para mim são ótimos na fase que ela se encontra. 

1- Mudança de foco: sempre que ela quer mecher em algo que não deve, tento desfocar a atenção dela daquele local, colocando algo que chame ainda mais a atenção dela, como brinquedos bem coloridos e sonoros.

2- Evito usar o "não" e falar frases curtas e afirmativas: quando está fazendo algo errado, ao invés de eu falar "não pode", "não faça isso", eu prefiro dizer o que ela pode fazer, assim ela não fica perdida.

Como toda mãe, tenho aqueles momentos de loucura rsrs e tenho vontade de gritar, de correr, mas tento me acalmar, pensar na pessoa que quero que a Júllia seja, e no caráter que ela irá ter quando refletir nas minhas atitudes, e isso me faz focar sempre na disciplina positiva, na edução mais leve e fazer tudo com muito apego!"
 A família é um ambiente propício onde se aprende os papéis sociais básicos para viver uma vida saudável: como devemos nos relacionar, os valores, os costumes, a cultura, a linguagem e os limites.


 Dar limites é achar o ponto de equilíbrio entre o permitir e o proibir, entre o certo e o errado. Dar limites ao filho é ensinar a controlar suas frustrações, para que ele aprenda a se auto-controlar. Dar limites as crianças e adolescentes é fundamental para que ele se sinta seguro, embora muitas crianças maiores e até adolescentes não gostem.

Por isso os pais nunca devem se cansar de dar limites, devem repetir com convicção as mesmas palavras tantas vezes quantas forem necessárias, pois a repetição é a linguagem do amor verdadeiro. Todo o ser humano necessita de amor, carinho, saúde, segurança, ser valorizado, e dar limites ao adolescente e a criança aumenta sua autoestima e amor próprio. Os pais devem dedicar o melhor do seu tempo para seus filhos, conversar, conhecer, amar e estimular para que sejam alguém na vida e um dia se orgulhem de terem verdadeiros pais.


Amei a participação de todas vocês, sejam sempre bem-vindas!


Grande Beijos, meu e das pequenas.



10 comentários :

  1. Amei estar com vocês :) a disciplina não é facil de ser imposta, mas com muito amor e sabedoria conseguimos caminhar com os passos certos!

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  2. Realmente disciplinar um filho não é facíl, tem que ter muita paciência, e muito amor... Bj

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  3. A disciplina não é uma tarefa muito fácil, amei a participação de outras blogueiras por aqui, seu blog é maravilhoso, AMO MUITO. :) Beijinhos.

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  4. Muito bom estar aqui com vocês! Adorei o texto.
    Beijinhos
    www.mamaeaprendiz.com

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  5. Amei o tema hoje, realmente disciplinar não é nada fácil, requer muita paciência e bom senso
    Beijos

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  6. Educar, tarefa difícil. Acho que o melhor caminho mesmo é a conversa, e não usar meio termo por se tratar de uma criança, desde cedo eles têm que aprender que o certo é certo e o errado é errado. Desde cedo se deve moldar o caráter dos filhos.

    "Ensina a criança no caminho em que deve andar, e mesmo quando for idoso não se desviará dele!"
    Provérbios 22:6

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  7. Disciplinar os filhos nos dias de hoje não é fácil.

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  8. Educar sim mas sem violência! Sempre digo isso para qualquer pessoa!

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  9. Realmente criar e facil, agora, educar um filho, requer muita paciencia, dialogo e bom senso. Muitas vezes tb a disciplina dos proprios pais e muito importante , porque serve de exemplo para os filhos, que levarao isto para toda a vida.

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  10. Criar e dar educação é muito difícil, ainda não sou mãe, mas presencio cenas por aqui onde eu moro e percebo que as mães dão sim educação e sabem criar, mas mesmo assim os filhos não a respeitam, complicado.

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Grande Beijo, meu e das pequenas.

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