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23 abril 2015

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Comportamento das crianças: Como lidar com a birra




A birra infantil tem sido um desafio torturante para algumas famílias. Tudo começa nos primeiros contatos com a frustração. O bebê não sabe como comunicar suas necessidades com palavras, então esperneia e chora. Os pais devem estar atentos para ajudá-lo a “traduzir” esses desejos. 


No entanto, nem todos os adultos estão preparados para ouvir seu filho chorar e antecipam as possíveis carências do pequeno, que nunca se frustra. Ou se irritam, aumentando a irritação da criança, ou correm para atendê-la, em um misto de contrariedade e subserviência. Em ambos os casos, estão ensinando o pequeno a exigir em vez de pedir.

A maioria dos pais pensa que a birra infantil vem da teimosia inerente ao temperamento, mas é a forma como o adulto atende às necessidades e desejos infantis que faz esse comportamento prevalecer. Quanto menor for a criança, mais fácil educá-la para aceitar que nem todos os desejos podem ser satisfeitos no tempo e hora que ela anseia.

A criança moderna recebe muitos estímulos e aprende várias coisas ao mesmo tempo, mas isso não quer dizer que tenha condições emocionais para tomar decisões sobre desejos e necessidades, pois continuam sendo seres emocionalmente imaturos. 

Seu comportamento instável precisa ser controlado pela autoridade do adulto, para que ele aprenda a administrar suas emoções. É dessa forma que se desenvolve a Inteligência Emocional, pré-requisito para que seja um adulto saudável e integrado socialmente. Pais modernos sentem-se culpados porque trabalham tempo demais fora de casa e ocupam-se bastante de suas carreiras.

A maioria tem dificuldades em frustrar o filho porque convive pouco com ele, e quer que esse momento seja prazeroso para ambos. É óbvio que negar vontades é menos agradável que satisfazê- las, mas são concessões de alto custo.

A criança entenderá, em nível inconsciente, que sua satisfação é uma valiosa moeda de troca e a exigirá cada vez mais dramaticamente. Quando se trata de ambiente público, as coisas se complicam ainda mais, pois a criança aprende que pode espernear e que o adulto não resistirá à pressão. O correto é ter a mesma conduta tanto em
casa como na rua, e ter em mente que colocar limites não é maltratar.

Dicas: se atender ao choro, pronuncie o nome do que acha que o bebê quer. Mais tarde, mostre o que oferece, mas insista que ele balbucie algo. Quando for mais velho e fizer birra, nunca atenda até que ele se acalme. E, quando a criança parar de chorar, reforce dizendo: “ah! Que bom! Vamos ver o que você quer agora?”



6 comentários :

  1. Hahaha adorei as dicas.
    Hoje em dia tem sido muito mais cômodo pros pais satisfazer toda, e qualquer, vontade imediata dos filhos, sem pensar que o pior vem depois. A dor de cabeça pode ser dobrada.

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  2. O mais importante é que não podemos perder a paciência! Tudo se resolve com pulso firme mas sem passar dos limites!! É criança sempre será assim!

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  3. A birra é um caso sério os pais tem que ter muita paciência para lidar com isso, pois isso é uma fase da criança, mais uma boa conversa com a criança é uma opção, beijos.

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  4. É verdade, tem que saber mesmo, crianças adora ganhar tudo no choro!

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  5. Lhe dar com a birra não é fáicil, aqui em casa tem o cantinho da disciplina e super funciona
    Beijo

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  6. Isso é muito complicado, odeio crianças respondonas.

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Deixe seu comentário, porque eu adoro! :)

Grande Beijo, meu e das pequenas.

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