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25 março 2015

26

Pós-Parto Traumático: Algumas Reflexões


Em se tratando de gestação, a Organização Mundial da Saúde recomenda o parto normal, pois é o mais seguro, tanto para a mãe quanto para o bebê. Embora atualmente exista a cesariana, uma intervenção cirúrgica realizada com muita segurança, são altos os riscos de complicações, infecções, hemorragias, hematomas, lesão de órgãos, dores, aderências e riscos de mortalidade, para a gestante e para o bebê. Por isso, o parto cirúrgico se impõe somente em caráter de urgência.
No parto natural, existe um total envolvimento e participação da mãe ou do casal no processo da acolhida do bebê e o vínculo afetivo entre eles acontece de imediato, no parto normal, tanto a mãe quanto o bebê têm mais vantagens, iniciando as vantagens pela amamentação. 


Na cesárea, o pós-operatório dificulta esse processo devido à sua dependência e pouca locomoção que a mãe possa realizar. A cesárea é fundamental em alguns casos. Quando existem riscos para a mãe ou para o bebê e no caso de doenças gestacionais que são indicativas de parto cesáreas, como incompatibilidade sanguínea, diabetes, pressão alta, descolamento de placenta, quando há sinais de “sofrimento fetal” durante o trabalho de parto ou gravidez de risco, variação grave dos batimentos cardíacos fetais, nesses casos o parto de cesárea é fundamental. 

Eu tinha 23 anos quando tive minha primeira filha, isso há nove anos, era muito nova e muito despreparada para a maternidade, mas uma certeza eu tinha: queria o parto normal. A gravidez inteira foi tranquila, sentia somente alguns desconfortos que considero normal em toda gestante. Meu obstetra desde o inicio da gestação insistia no parto cesária, e eu negava, cheguei de procurar outros obstetras, mas acabei voltando para o mesmo. 

O Obstetra marcou a data da cesárea e neguei o procedimento. Uma vez que não sentia dores do parto, acreditava que poderia esperar mais um pouco, foi quando ele me fez assinar um termo de responsabilidade, caso acontecesse algo.

No segundo dia, recebi uma ligação da minha mãe logo pela manhã aos prantos, pois o obstetra tinha ligado para ela dizendo que eu havia negado o parto cesárea e eu não teria condições de realizar o parto normal. Como minha mãe estava em prantos, com medo de eu perder a bebê (pois ela já passou por essa dor), resolvi fazer ultrassom com um médico desconhecido, considerando que nesse intervalo já estava com 41 semanas de gestação. Foi quando veio o desespero, a bebê já estava passando da hora de nascer. O médico foi objetivo e disse: “Vai agora para o hospital e não me inventa de ir para o SUS, senão você vai perder sua filha”. Nesse momento eu só chorava. O pai da minha filha na mesma hora ligou para o obstetra e o mesmo me encaminhou para o hospital que tinha vaga. 

Chegando lá, o pai da minha filha foi barrado na entrada, tive que entrar sozinha, eu estava em prantos, insegura, e com muito medo de perder minha bebê e o médico ainda não tinha chegado. 

No centro cirúrgico, começou o sofrimento: levei mais de 18 agulhadas, a anestesia não pegava e o meu desespero só aumentava a cada segundo que se passava. Eu queria que tirassem logo minha filha daquele sofrimento. 

Enfim, a Maria Eduarda nasceu! Mostraram-na rapidamente, não tive nenhum contato com ela e a levaram para os primeiros procedimentos. E fiquei ali sem entender nada, passando mal, quase desfalecendo e buscando forças para saber da minha filha. 

Depois de mais de 4 horas me levaram para o quarto, pois minhas pernas demoraram muito para voltar a mexer e eles não me liberaram enquanto não movimentei os dedos. Pude ver minha filha novamente somente quando fui para o quarto. A amamentação foi muito difícil, o leite demorou cinco dias para descer e quando desceu “empedrou”, rachou o bico do seio e sangrava muito, mas isso não me impediu de amamentar minha filha. Fui guerreira, mesmo em prantos de dor!

A saída da maternidade foi tensa, senti um mix de insegurança, medo e muito amor, que me fez chorar muito, estava com depressão pós-parto, olhava para a minha pequena e chorava com medo de não dar conta de cuidar, eu e o pai éramos totalmente despreparados, nunca em tempo algum havíamos cuidado de um bebê antes, mas o amor falou mais alto e vencemos essa insegurança. Tive uma pequena infecção na cirurgia, mas foi possível resolver em casa com as medicações, o único transtorno é que tinha que ir todos os dias no hospital para o médico ver a evolução da infecção. 

A minha segunda gravidez foi totalmente diferente da primeira. Foi uma gravidez de risco desde as primeiras semanas. Descobri que estava grávida, quando já nem acreditava que pudesse engravidar novamente, depois de tantas tentativas frustradas e abortos espontâneos e uma gravidez ectópica. Descobri através de um sangramento muito forte, que me fez ir para o pronto atendimento, chegando lá fiz vários exames e foi constatado: estava grávida! Eu e meu esposo nem acreditávamos, era tudo o que mais queríamos: mais um filho.

O obstetra não acreditava muito que a gravidez fosse "vingar", me deu aquele dia de atestado, no outro folguei (pois trabalho em regime de plantões) e no terceiro dia voltei ao trabalho. Tomava medicação para dor, no trabalho passei muito mal, estava pálida, pois perdia muito sangue há dias. Foi quando todos da equipe do meu setor decidiram me liberar e fiquei por lá mesmo em repouso, pois era madrugada. 

Consegui a consulta com meu obstetra, que me passou as medicações corretas a fim de segurar a gestação, pois estava com descolamento de placenta e tomei essa medicação durante toda a gestação. A gravidez toda foi complicada, cada exame, cada consulta, era uma noticia diferente, tive todas as complicações possíveis. Permaneci afastada da minha função e mantive o repouso. A intervenção cirúrgica era certa, não tinha nem como eu cogitar a ideia de um parto normal.

Decidimos que o parto seria programado quando completasse 38 semanas. Enfim, chegou o dia do parto, fui para a maternidade na hora marcada, ansiosa e muito feliz, a família toda pode ficar aguardando no hospital e o papai pode participar do parto. 


Foi tudo lindo: fiz a cesárea, todos muitos atenciosos, já conhecia o médico, conhecia o pediatra, conhecia a anestesista. O maridão do lado dando apoio, minha bebê nasceu e veio para os meus braços, ficou um pouquinho com a mamãe e foi para os procedimentos junto com o papai.

A cirurgia terminou fiquei aguardando algumas longas horas para ir para o quarto nesse intervalo pude ver minha pequena novamente e saber noticias dela.

Enfim, fui para o quarto às 19hs, curti minha pequena, ofereci o seio, curti minha família, meu esposo, minha mãe, minha filha, algumas visitas. Depois que estava tudo calmo, estávamos sós, eu o marido e a pequena dormindo, foi quando percebi algo diferente na minha cirurgia. Era cerca de 23hs, chamei a enfermeira para avaliar, ela assustou e ficou calada, não gostei da atitude dela e falei para chamar o médico, ela o chamou, e depois de algum tempo, ele veio. Enquanto não chegava, fiquei observando e foi formando uma espécie de dois caroços de cada lado da cirurgia.

Mostrei e ele disse: “vamos ter que voltar para o centro cirúrgico, deve ter ficado algum vasinho aberto”. Disse, para o meu esposo, todas as desculpas possíveis para o erro dele, enquanto assustada, só chorava. Voltei para o centro cirúrgico, chorosa, triste por deixar minha bebê tão indefesa no quarto, sem saber se eu voltaria, largar meu esposo angustiado e com o compromisso de cuidar sozinho da nossa pequena. Eu chorava muito, não tive um segundo de paz durante toda a cirurgia, só pensando na minha bebê. E implorando a Deus para me dar uma chance de cuidar das minhas filhas, da minha família. Estava lá sozinha. Minha mãe, minha vó, meu irmão, minha filha, todos em casa sem saber de nada o que estava acontecendo comigo. Foi horrível!

Voltei para o quarto muitas horas depois, com um dreno, que extraiu muito sangue, muita secreção. Durante três dias, o sangue tinha tomado conta de todo meu abdômen, as costas e vagina. Se não percebesse a tempo, correria grandes riscos de morte.

Depois que tirou o dreno, enfim, recebi alta hospitalar, mas fiquei só um dia em casa, durante a noite, queimei de febre, tive tremores e delirava.
Voltei para o hospital e fiquei por lá alguns dias, pois estava com infecção hospitalar, tomei vários antibióticos, me colocaram em uma enfermaria com outras gestantes (sendo que meu plano é apartamento) e eles sempre dizendo que não tinha vaga. Mas isso não era verdade, pois outros funcionários diziam que havia vagas. Eu não podia estar ali, com infecção no mesmo ambiente com gestantes imunodeprimidas. Um descaso total!

Nesse intervalo, eu só sabia chorar de tristeza, de dor. Sentia muita dor. Não conseguia andar direito, nem me mexer no leito, tudo doía. E o mais triste era ver meu leite secando a cada dia, os antibióticos eram muito fortes e secaram o meu leite, não tive o privilégio de amamentar minha pequena.

Cheguei a um ponto que pedi transferência de hospital. Não aguentava mais o descaso em que estava sendo tratada, meu esposo conseguiu vaga no hospital em que trabalhamos, e já estava tudo certo para a transferência, só que meu obstetra não permitiu, pois corria o risco de pegar outra infecção por lá e piorar o caso.

Foi quando decidi que viria embora para casa, não queria ficar mais nenhum dia no hospital, queria minha casa, cuidar da minha bebê, eu só pensava nisso. 

Com muito custo, e meu esposo em cima do médico conseguimos a Alta Pedida, enfim em casa!
Como tinha que continuar com os antibióticos, meu marido aplicava-os via intramuscular, o que provocou outro sofrimento, pois tomava duas injeções pela manhã, e duas a noite. Já não aguentava mais, doía muito, foi quando uma amiga minha conseguiu os materiais para voltar a fazer via endovenosa, (esses materiais não vendem em farmácia). 

Fiquei cheia de hematomas no abdômen, nas costas, a incisão drenando a todo tempo uma secreção purulenta, era horrível me ver naquela situação, e eu sempre questionando a Deus: “porque? porque  aquilo estava acontecendo comigo? se eu sempre cuidei tão bem de todos os pacientes que me foram confiados”.

Eu sofri muito com meu Pós-Parto e por terem me privado de amamentar minha bebê, foi muito traumático. Um momento que deveria ser repleto de felicidade, plenitude e respeito, foi permeado por marcas, não só no corpo, mas com feridas que nos traumatizam profundamente na alma.

Mas Graças à Deus, venci essa etapa da minha vida. Foram meses de sofrimento, aguardando minha recuperação, que foi muito lenta. 


Hoje estou bem, minha filha está saudável, e vivo a cada dia intensamente, tentando esquecer essas marcas. Eu e meu esposo decidimos que não teremos mais filhos nossos, ele está dando entrada para realizar uma vasectomia e decidimos que o próximo filho iremos adotar.

Essa minha história é um assunto sério, e muito impactante para mim, isso que aconteceu comigo, pode não ter acontecido com você nem com alguém próximo, mas a triste realidade é que no Brasil existe muitas mamães que passam por violências obstétricas e por traumas no pós-parto, às vezes irreversíveis.

Muitas mães não são respeitadas desde o inicio, quando nem um direito garantido em lei, como a presença de um acompanhante, é respeitado. Falta liberdade para escolher onde e como dar à luz, na privação de água e alimentação, na falta de um carinho no momento de dor.

Nós, mulheres, temos que lutar por uma assistência obstétrica mais respeitosa, a maternidade segura é mais do que a prevenção de mortes e morbidades, é respeitar a dignidade humana, os sentimentos, as escolhas e preferências de todas as mulheres na gravidez e no parto.


Cada gestação tem sua história e o peso de cada fator é diferente de gravidez para gravidez, de parto para parto, de mulher para mulher ou para a mesma mulher em diferentes momentos da vida. Por isso, a prevenção é de grande importância.

Pensando nisso, queria convidar vocês para participarem do grupo Minha Vida Anda, que é uma iniciativa da Calçados Bibi, no Facebook, onde podemos conversar sobre todos os assuntos que nos afligem enquanto mães, desabafar, compartilhar, dar muitas risadas e principalmente nos ajudar e fazer a vida andar na plenitude de ser mãe!

E no dia 26/03, das 14 às 16hs (horário de Brasília), estarei no grupo Minha Vida Anda, para um bate-papo online, compartilhando um pouco sobre minha vida e experiências maternas, respondendo algumas dúvidas, e assim vamos nos ajudando, e aprendendo juntas. Espero vocês por lá!

Pra entrar no grupo, basta clicar AQUI e solicitar sua a participação!

Grande Beijo, meu e das pequenas.

26 comentários :

  1. nossa q experiência traumática hein! ainda bem q no fim deu tudo certo

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  2. Nossa Tati, não conhecia seu relato de parto, agora entendo porque nunca contou antes. Nada como o tempo para cicatrizar as feridas do coração, imagino o desespero e as dores da alma que você deve ter passado. Mas você é muito abençoada por Deus, e é uma mamãe muito guerreira. Deus tem um grande propósito na sua vida, talvez você não tenha entendido ainda, mas já deu o primeiro passo. Beijos no coração minha linda.

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  3. é uma pena q pra muitas mulheres o desfecho tenha sido diferente, por esses motivos e muitos outros sou mega a favor do parto humanizado e creio q com essas novas regras para as cesáreas realizadas através dos planos de saúde, dificulte um pouco mais para os obstetras "incentivar" as mãezinhas a fazerem cesarianas, é uma grande pena q vc tenha perdido a oportunidade de amamentar sua segunda princesinha, e infelizmente este é um dano irreversível, temos q divulgar cada vez mais o quanto importante é um parto natural e conscientizar as mulheres q ele sempre será a opção mais favorável tanto pra mãe como pro seu bebe, adorei saber um pouco mais da sua historia. beijos linda

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  4. Que experiência de vida hein! Uma prova que Deus não nos abandona. Acabei de pedir para participar do grupo no face.

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  5. Nossa querida, que experiência dificíl, que bom que no final deu tudo certo! Bj

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  6. Tantos momentos ruins me mostraram quanto você é guerreira,parabéns que Deus te abençoe muito,já virou uma inspiração de mulher para mim♥
    beijos
    http://blog-just-my-little-corner.blogspot.com

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  7. Que bacana essa postagem, muito interessante...
    Quando estava grávida ficava com muitos pensamentos de como seria meu parto
    Sempre tive a idéia de ter normal, e graças a Deus foi
    É bem melhor mesmo, porque o depois fica tudo mais fácil sem dores como na cesária
    bjs

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  8. Tudo que vc e sua família passou não é facil, mas graças a Deus e sua força hoje vcs estão bem!
    Precisamos dividir essas experiencia para que todas as mamães saibam que não estão sozinhas.

    Um forte abraço
    Gleysa
    www.demamaeursa.com

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  9. Oi Tati, nossa minha flor, quanta agonia, glorifico a Deus que nos guarda em todos os momentos. Beijos e tudo de bom. Seguindo.
    www.amandarochaoficial.blogspot.com

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  10. Nossa, bem legal você dividir isso com as leitoras do blog. É muito complicado quando acontece isso, ocorre um trauma mesmo.
    Bjus
    Jaque
    www.quebreiaregra.com.br

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  11. Nossa morro de mede de passar por algo parecido... Minha mãe teve problemas quando eu nasci, deixaram uma tesoura dentro dela, ela passou 2 meses internada.
    Blog Com Mãos de seda // Fan Page do Blog // Grupo do Blog

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  12. Oi Tatiane!

    Fiz uma postagem sobre o prêmio que ganhei. Amamos as etiquetas, que já chegaram na casa das netinhas... Meu muito obrigada mais uma vez!

    Abraços, Iris

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  13. Nossa me emocionei com sua historia, vou começar a cursar medicina, quero ser pediatra, seu relato me emocionou. Bjs e felicidades

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  14. Nossa, imagino sua dor. Fiz até um post sobre violência no parto lá no meu Blog.
    É muito descaso mesmo, no dia do meu parto meu marido também foi barrado e mandado embora.Tive meu bebê as 14:50 hs, se não me engano e só pude vê-lo as 21:30 hs, já não aguentava mais de ansiedade. Já fiz o pedido pra entrar no grupo.
    Você é uma guerreira. Jesus abençoe a sua família.
    Bjão

    www.blogdajeu.com.br

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  15. Mulher, tu é guerreira mesmo, hein?
    Eu e meu irmão nascemos de parto normal, mas foram partos super longos de até 12h...
    Beijos

    Little Bit of Glamour

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  16. Nossa menina que história heim , ainda bem que seus bebês nasceram bem e você ficou bem .... Meu primeiro filho nasceu com 42 semanas pois não sentia nenhuma dor e por isso teve que ser cesário , graças a Deus mesmo sendo pelo SUS não me deixaram sofrer , foram atenciosos comigo , na época eu tinha 14 anos , mas graças a Deus não cheguei a ter o medo que você teve e não fiquei com depressão , hoje meu filho tem 11 anos e tenho mais duas filhas que também foi de parto cesário e sempre me cuido e tenho medo de engravidar novamente pois aí serão 4 cesárias e o risco sempre é maior .

    Sua família é linda Parabéns!

    Beijos!

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  17. Oi, Tati!
    Seu relato me emocionou!
    Ainda não sou mãe, mas como mulher, me coloquei na sua situação ao ler o post.
    Graças a Deus, hoje sua família está bem e linda!
    Bjs

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  18. Que guerreira. Muito boa essa iniciativa da Bibi em criar esse grupo sempre digo que juntas somos mais fortes. Já passou mas as marcas ficam e nada melhor do que um apoio de quem também sabe e já sentiu qualquer dor parecida para nos confortar e dar força para seguir a vida de cabeça erguida.
    Linda famiia. Força sempre e que venham muitos anos felizes ao lado de seus entes queridos.
    Bjão,
    Pri
    www.pareinos25.com

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  19. Nossa que sufoco hein, ainda bem que deu tudo certo.
    Meu filho nasceu de 338 semanas também :)
    bjcas
    http://www.estou-crescendo.com/

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  20. Ainda bem que no meu foi tudo tranquilo, graças a Deus bjo

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  21. Nossa, sua história é comovente. E o fato de você conseguir contá-la, me surpreende ainda mais. Só posso te parabenizar, por ter sido guerreira e ter lutado o tempo todo pra poder continuar cuidando da sua família. Pode ter certeza, que apesar de toda situação difícil pela qual você passou, Deus estava cuidando de você e pela tua fé te livrou dessa situação.

    "Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo." -João 16:33


    "

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  22. Um parto sempre é bem diferente do outro... também tive uma experiência traumática em uma das minhas gravidezes, mas como a sua tudo terminou bem no final !!!
    Vou lá conhecer o grupo.
    besitos

    blogmeamarro.com

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  23. Graças a Deus o meu foi tranquilo, não foi normal pq o meu bb era imenso.

    bjokas =)

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  24. Ual, relato sensacional!
    Eu quero ter meu filho normal, é um grande desejo meu. Suas filhas são lindas!!
    Bjs
    teoremasdamimosa.blogspot.com

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  25. Nossa q história Taiane!!! Parabéns pela força e a superação pois não é fácil passar por um trauma desses...e cada vez mais vejo relatos desse tipo! É muito triste...eu tb passei por violência obstétrica e quase morri por forçarem o parto normal...passei uma semana internada para me recuperar da emorragia q tive! Um descaso total com a mãe e a criança!
    Acho importante dividir essa história...parabéns pela atitude! Beijinhos :*
    www.estiloaqualquercusto.com

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  26. Nossa, que história essa que você passou ! Mas tenho certeza que tudo já deu certo.

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Grande Beijo, meu e das pequenas.

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