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25 abril 2014

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Inocência de Criança



Entre a inocência da infância e a compostura da maturidade, há uma deliciosa criatura chamada criança.




Embora se apresentem em tamanho, pesos e cores sortidos, todas as crianças tem o mesmo credo: aproveitar cada minuto de todas as horas de todos os dias e protestar ruidosamente ( pois o barulho é sua única arma ) quando seu último minuto é decretado e os adultos os empacotam e os colocam na cama.



Crianças são encontradas em toda parte: em cima de, embaixo de, dentro de, subindo em, balançando-se no, correndo em volta de, pulando para…



As mães as adoram, irmãos e irmãs mais velhos as suportam, adultos as ignoram, o céu as protege.



Uma criança é a verdade com o rosto sujo, a beleza com um corte no dedo, a sabedoria com um chiclete no cabelo, a esperança do futuro com uma rã no bolso.



Quando você está ocupado, uma criança é uma conversa fiada, intrometida e amolante.




Quando você deseja que ela cause boa impressão, seu cérebro vira geléia ou ela se transforma numa criatura sádica e selvagem empenhada em destruir o mundo ao seu redor. Uma criança é um ser híbrido: o apetite de um cavalo, a energia de uma bomba atômica de bolso, a curiosidade de um gato, os pulmões de um ditador, a imaginação de um Julio Verne, o retraimento de uma violeta, o entusiasmo de um bombeiro e quando se mete a fazer alguma coisa é como se tivesse cinco polegares em cada mão.



Gosta de sorvete, canivete, serrote, pedaços de pau, bichos grandes, dos pais, sábados, domingos e feriados e mangueiras d água.

Não é partidária do catecismo, escola, livros sem figuras, lições de música, colarinhos, barbeiros, agasalhos, adultos e “hora de dormir”.


Ninguém se levanta tão cedo , nem chega tão tarde para o jantar. Ninguém se diverte tanto com árvores, cachorros e mosquitos.




Ninguém é capaz de colocar num só bolso: um canivete enferrujado, uma maçã comida pela metade, um metro e meio de barbante, um saco plástico, dois chicletes, três moedas, um estilingue e fragmentos de substância ignorada.



Uma criança é uma criatura mágica; você pode mantê-la fora de seu escritório, mas não pode expulsá-la de seu coração.



Pode pô-la fora da sala de visitas, mas não pode tirá-la de sua mente. Queira ou não, ela é seu captor, seu dono, seu patrão, um nanico, um saco de encrencas.



Mas, quando, à noite você chega em casa com suas esperanças e seus sonhos reduzidos a pedaços, ela possui a magia de soldá-los num segundo, pronunciando duas simples palavras: “alô papai, alô mamãe”….



(autor desconhecido)

4 comentários :

  1. Criança é criança, ela só quer brincar nessa idade, cada minuto é muito importante pra ela, pois são momentos de descobrimentos.

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  2. Que texto mais lindo! Tenho 'minhas' crianças como eu chamo... e é impossivel não amar, não manter no coração, afilhadinha e sobrinhos postiços !
    Beijos, Nana ღ
    Nana Pinho em Cores
    Padrinhos de uma Flor

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  3. Criança tem que se divertir! Ser criança é ser feliz!

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  4. Que texto lindo, descreve maravilhosamente a criança. Bjs,
    www.soumaededoisanjinhos.blogspot.com.br

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Deixe seu comentário, porque eu adoro! :)

Grande Beijo, meu e das pequenas.

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