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07 outubro 2013

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Andador pode ou não pode?



ATENÇÃO



Muito usado pelas crianças o andador hoje está proibido terminantemente.

Mãezinhas estou pasma com as últimas reportagens que andei lendo.

Na reportagem diz que no início deste ano, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) anunciou que todos os profissionais da entidade vão contraindicar o uso do andador infantil já nas consultas do pré-natal. A SBP desaprova o uso do produto desde que uma criança faleceu, em 2009, no Rio Grande do Sul, depois de um acidente com o aparelho. Em janeiro, uma família baiana também perdeu seu bebê. 
No Canadá, é proibido comercializar o produto desde 2007 por causa do risco de acidentes. Na Europa e nos Estados Unidos, uma lei semelhante está em análise


Confira abaixo dez alertas sobre o uso do andador:

1. O andador causa mais acidentes que qualquer outro produto voltado para bebês entre 5 e 15 meses.
2. Ele é responsável por 80% das lesões que resultam de quedas em escadas ou tropeços.
3. No Brasil, a cada ano são realizados cerca de dez atendimentos de emergência para cada mil bebês com menos de 1 ano, provocados por acidentes com o produto.
4. Em um terço dos casos, as lesões são graves, geralmente fraturas ou traumas cranianos, necessitando de hospitalização.
5. Ao usar o andador, o pequeno leva mais tempo para ficar de pé e caminhar sozinho, além de engatinhar menos.
6. Colocar a criança de até 1 ano num veículo que pode atingir a velocidade de 1 metro por segundo é como entregar a chave do carro a um menino de 10 anos.
7. O bebê não precisa do andador para se entreter: sente-se com ele e faça caretas, conte histórias ou brinque.
8. Os próprios pais podem ensinar a criança a andar auxiliando de acordo com a fase do desenvolvimento físico-motor em que ela se encontra.
9. Não existe idade correta para a criança começar a andar, mas, de modo geral, por volta dos 12 meses ela já está apta a fazê-lo.
10. Caso os pais, de fato, não tenham condições de ficar o tempo todo ao lado do bebê, ele deve ser colocado num cercadinho com brinquedos indicados para a sua idade.

A minha filha Maria Eduarda quando andava de "disquinho" era um transtorno em casa pois os tombos eram muito frequentes, até hoje ela tem dois "galos" na cabeça, chegou a um ponto que tive que parar de deixar ela brincar com o "disquinho" na última vez que ela tombou quase "pirei" foi muito feio, ela caiu de costas e bateu a cabeça, depois disso nunca mais deixei, sou meia paranoica e dei um basta nesse brinquedo. Acredito que essas fatalidades acontecem porque o peso da cabeça da criança é desproporcional ao restante do corpinho delas.

Agora que já estou vacinada, não vou comprar nem no sonho esse brinquedo para a minha filhinha Iris Bethânia, vou arrumar outras formas de distrações para ela, mas "disquinho" nem pensar.

E vocês mãezinhas, já tiveram alguma experiência assim? Vocês acham que o andador devem ou não ser proibidos? Deixa seu comentário.


Beijoooos

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