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22 abril 2017

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Trabalho e amamentação: você conhece os direitos garantidos por lei?




Oi oi mammys, tudo bem?


Confira nesse post como funciona o direito à amamentação do bebê após a licença maternidade.


São direitos garantidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente: toda criança tem direito ao aleitamento materno e toda mãe tem o direito de amamentar seu filho. Porém, como a amamentação deve funcionar nas empresas após o período de licença maternidade e quais são os direitos garantidos por lei?

Toda mulher tem garantida por lei uma licença maternidade, que é um afastamento remunerado do trabalho, de, no mínimo, 120 dias e, no máximo, 180 dias a partir do oitavo mês de gestação. Porém, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o bebê deve ser amamentado por no mínimo 6 meses. Ou seja, quando a mãe tem direito aos 180 dias de licença, o bebê consegue ser amamentado no período recomendado pela OMS. Mas quando isso não acontece, a mãe deve se organizar para continuar a oferecer o leite materno ao bebê.

Segundo a Dra. Luciana Dessimoni, sócia no escritório Nakano Advogados Associados, as mães, ao retornarem ao trabalho após o período de 120 dias, têm garantido por lei o direito de fazer dois descansos remunerados de 30 minutos por dia para amamentar seu bebê até que ele complete seis meses de idade. “Os pais adotivos têm os mesmos direitos dos pais biológicos”, lembra a especialista.

A Dra. Luciana ainda salienta que se a empresa ou entidade empregadora tiver no mínimo 30 funcionárias, ela é obrigada a oferecer um espaço como berçário. Não existindo essa opção no local, a funcionária deve ser autorizada a sair do trabalho para ir amamentar seu filho.

“Sabemos que, na prática, é muito difícil que uma mãe consiga sair do trabalho, ir em casa, amamentar, e voltar ao trabalho em 30 minutos. Por isso, a colaboradora pode pedir à empresa a junção desses dois descansos de meia hora garantidos por lei, de forma que possa ficar afastada do emprego por 1 hora, podendo iniciar ou terminar sua jornada uma hora mais cedo”.

Caso seja esse o esquema acordado, é recomendado que empresa e colaboradora assinem um documento especificando o critério de descanso acordado para a amamentação. “Este documento deve ser guardado nos arquivos que a empresa mantém da funcionária para eventual apresentação à fiscalização trabalhista”.

Texto cedido por Dra. Luciana Dessimoni, do Nakano Advogados Associados.



Grande beijo, meu e das pequenas.



25 março 2017

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Quando chega a hora de trocar o berço pela caminha: 6 dicas para ajudar nesta transição e garantir boas noites de sono para o bebê .



Oi oi galerinha, tudo bem?

Seu filho cresceu e não cabe mais no berço? Quando você menos percebe, ele está tentando escalar o berço, correndo risco de se machucar? Ele já anda por toda a casa e não usa mais as fraldas noturnas? Se você respondeu sim para qualquer uma destas perguntas, chegou a hora de trocar o berço pela caminha de solteiro.


Geralmente, explica Michele Melão, Consultora de Sono Infantil e Gestante e autora do blog MaternityCoach, a partir dos 2 anos de idade, as crianças já podem deixar o berço para dormirem sozinhas na cama. Esta “independência” é até muito saudável para elas, mas é importante fazer com que a transição não seja traumática. Por isso, anote algumas dicas para garantir boas noites de sono para o bebê e para toda a família.


1 - Converse: A partir dos 2 anos de idade, os bebês já entendem algumas regras da vida e gostam de se sentir parte das decisões da casa. Então, converse com ele sobre um quarto novo e faça da transição um motivo a ser comemorado. Leve-o, por exemplo, para escolher a caminha ou as roupas de cama.

Uma dica de jogos de cama que fazem sucesso entre as crianças são as da marca Lepper. Eles têm uma grande variedade de coleções com personagens e heróis favoritos da criançada, além de uma linha especial inspirada no universo dos pequenos entre 2 e 4 anos de idade com estampas de dinossauros, tratores e caminhões, bailarinas, animais da floresta, robôs e parque de diversões. 

2 – Defina uma rotina: Apesar da transição ser negociada, pode acontecer do seu filho criar resistência para dormir sozinho. Por isso, explique as novas regras. O ideal, segundo a consultora, é colocar uma cartolina no quarto dele com a nova rotina da noite. Neste papel deve conter a ordem em que as coisas vão acontecer como: jantar, escovar os dentes, ler uma história, apagar as luzes, segurar o objeto de transição e dormir. Lembre-se que os passos devem ser levados à risca para criar uma rotina.

Segundo pesquisa realizada pelo período Pediatrics, a hora de dormir regula o ciclo biológico da criança. Das 10.230 crianças pesquisadas, as que não tinham horário certo para dormir apresentaram mais chances de ter problemas emocionais como brigas, imprudência, ansiedade, hiperatividade e tristeza.

3 - Preparando para o soninho: A hora de dormir deve ser um momento prazeroso. Então, vale contar histórias, colocar músicas suaves ou conversar sobre o dia. Antes da hora do soninho, prepare o ambiente evitando barulhos excessivos dentro de casa como som alto da televisão, por exemplo. A ideia é criar um ambiente de tranquilidade.

4 – Saindo de cena: Se a hora de dormir causa insegurança no seu filho, vá saindo de cena aos poucos para que ele não se sinta abandonado. Nos primeiros dias, deite com ele na cama. Depois, fique sentado e, por fim, permaneça na porta para dar boa noite. Se for o caso, deixe a porta do quarto entreaberta.

5 – Iluminação baixa: Assim como muitos adultos, as crianças também têm dificuldade em pegar no sono com a luz principal do quarto acesa. Então, a dica é usar abajur, bichinhos ou tomadas iluminadas. Assim também fica mais seguro se caso a criança levantar no meio da noite.

6 – Teste de paciência: Elogie sempre que seu filho estiver na cama e tenha paciência para quando ele descobrir que pode levantar sozinho e aparecer de sopetão no quarto dos pais. Quando isso acontecer, leve-o de volta para a cama e diga que é hora de dormir. Depois de algumas vezes, ele se conforma e dorme.

Lembre-se: a paciência e a calma são essenciais neste processo e só fazem bem para o seu filho.


Espero que tenham gostado.

Grande Beijo, meu e das pequenas.


10 março 2017

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Infecção urinária: como preveni-la em todas as idades, inclusive nas crianças




Oi oi galerinha, tudo bem?

A Infecção urinária não atinge só mulheres adultas, como muita gente acredita, atinge também as crianças, tanto as meninas como os meninos.

O problema é comum e pode ocorrer em ambos os sexos, no entanto, metade das mulheres terão a moléstia pelo menos uma vez na vida, segundo especialistas



Durante o verão, é normal que as pessoas passem mais tempo com a roupa de banho úmida ao corpo quando estão na praia ou piscina. Embora pareça inofensiva, essa prática pode ocasionar dermatites na região da genitália, sendo facilitadoras para o surgimento e proliferação de germes na via urinária, já que é um lugar úmido e propício para a instalação da bactéria.

A Infecção do Trato Urinário - ITU atinge homens e mulheres, em qualquer faixa etária. Pode acometer a bexiga (cistite), a ureta (uretrite) e rins (pielonefrite). Os sintomas são desconforto e dor para urinar, necessidade de ir mais vezes ao banheiro e sensação de esvaziamento incompleto da bexiga.

“Nestes casos e, no homem, é preciso investigar para saber se existe o comprometimento da próstata. Se a infecção atingir os rins, os sintomas são os mesmos, porém, a pessoa terá também febre e comprometimento do estado em geral. ”, explica o Dr. João Amaro, presidente da SBUSP - Sociedade Brasileira de Urologia de São Paulo e professor titular de Medicina de Botucatu – UNESP.

Na meninaAs vulvuvaginites podem ser uma das causas para o aparecimento da infecção urinária na criança. “É importante fazer um exame clínico e, como prevenção, avaliar a vagina da menina”, afirma Amaro. Ele explica que, antes de um ano de idade, pode ocorrer alteração no desenvolvimento da estatura, sintomas e sinais genéricos que podem chamar atenção para o problema.

“Os pais devem educar a filha, desde cedo, a ter hábitos de higiene diariamente. Um problema muito comum é a forma inadequada de se limpar após a defecação, permitindo que as fezes tenham contato direto com o períneo e a vagina, contaminando a área, e assim, facilitando a infecção urinária baixa, ou seja, a cistite”, diz o especialista.


Na mulher: As chances de contrair a bactéria são maiores, já que a uretra é curta, medindo em torno de 4 centímetros. Pelo menos 50% das mulheres serão acometidas pela doença ao menos uma vez na vida. Problemas como diabetes, alterações no PH vaginal por conta da gravidez e complicações ginecológicas, como corrimento e a vulvovaginite - inflamação da vulva e da vagina, contribuem para a colonização do germe na bexiga.


No menino: No nascimento, temos a fimose fisiológica, que até pode permanecer até os quatro anos. A patologia é caracterizada por dificuldade de expor a glande após a retração da pele que a recobre. Desta forma, pode acontecer uma balanopostite, ou seja, uma inflamação desta região do pênis da criança, facilitando o aparecimento da infecção urinária.


No homem: Os problemas da próstata, glândula localizada abaixo da bexiga e à frente do reto, podem surgir após os 50 anos. São caracterizados por dificuldade de esvaziamento da bexiga, jato urinário fino e fraco, bem como o aumento do número de micções. Decorrente disto, ocorre uma queda natural de defesa e função do órgão, que pode levar ao aparecimento da infecção urinária.

Em termos de prevenção, além dos cuidados com a higiene, é bom evitar permanecer muito tempo com as peças íntimas úmidas nos órgãos genitais e recomenda-se beber muita água. “Alguns estudiosos afirmam que a alimentação à base de macrobiótica e cranberry são fatores para inibir a infecção urinária de repetição, mas não temos nada comprovado. O que se sabe é que, algumas vacinas específicas para combater a bactéria escherichia coli são efetivas”.
Se não tratada, a infecção urinária baixa, a cistite, pode evoluir para a pielonefrite, que leva a complicações e cicatrizes do rim, podendo alterar a função renal. Procure um urologista para investigar a doença e realizar o melhor tratamento.

Texto cedido por: Dr. João Amaro, presidente da SBUSP - Sociedade Brasileira de Urologia de São Paulo e professor titular de Medicina de Botucatu – UNESP.


Já teve algum caso de infecção urinária com seu pequeno(a)? Compartilhe sua história com outras mães nos cometários.


Espero que tenham gostado das dicas.

Grande Beijo, meu e das pequenas.


09 março 2017

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Como montar uma lancheira saudável e prática para seu filho






Oi oi galerinha, tudo bem?



As aulas começaram e, com elas, a tarefa de montar a lancheira do seu filho. Este desafio exige fazer escolhas certas. Segundo a nutricionista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Patrícia Citelli Berger, é importante que a lancheira seja recheada de lanches saudáveis, atrativos, nutritivos e rápidos de preparar, equilibrando fontes de proteína, vitaminas, fibras e minerais, carboidrato e líquidos. “Os pais não podem desanimar e se render aos lanches prontos, pois são menos nutritivos, MAS não adianta insistir para o filho comer bem se os pais não dão o exemplo em casa”, ressalta a nutricionista.



Para uma lancheira ideal, os alimentos devem ser saudáveis e, ao mesmo tempo, do gosto da criança. “É importante envolve-los na montagem. Pedir a opinião desperta o interesse pelo alimento que ele irá ingerir”, diz. Variar os alimentos também é importante, pois levar sempre o mesmo alimento no lanche pode enjoar e desestimular a comer bem. Confira as dicas da especialista para montar a lancheira ideal para o seu filho:


- Prefira as lancheiras térmicas, pois permitem um melhor acondicionamento dos 
alimentos e mantêm a comida mais fresca.

- Abuse da variedade das frutas. além da maçã ou banana, outras também são práticas 
para o consumo, como laranja, mexerica, pera, uva, morango, manga, melão ou melancia. 
As frutas devem ser enviadas já lavadas e secas, em potes vedados, e podem ser picadas 
em formatos divertidos. Importante aproveitar as frutas da estação, além de mais saborosas 
tem melhor custo.

- Incentive, desde cedo, a ingestão de líquidos, principalmente água mineral. Se preferir 
sucos naturais, congele o líquido em forminhas e coloque os cubos na garrafa térmica. 
A bebida irá descongelar aos poucos até a hora do lanche. Polpas ou sucos integrais livres 
de corantes, acidulantes, sódio e açúcar também são indicados.

- Prefira pães ou biscoitos integrais, multigrãos, de arroz, mandioca, cenoura ou de milho 
ao invés de pães brancos, bisnaguinhas, bolachas recheadas e salgadinhos. 
Os pães podem ser preparados com ricota, queijo tipo cottage ou cream-cheese como base.

- Petiscos são atrativos para as crianças. Queijos em cubos, tomate cereja e cenouras baby 
podem ser levados em um pote ou em formato de espetinho. Também são boas opções 
os biscoitos de polvilho, frutas desidratadas e mix de castanhas e cereais sem açúcar.

- Seu filho gosta de bolos? Faça opções mais saudáveis e saborosas, como de cenoura, limão, 
coco, laranja e até o de chocolate (feito com cacau em pó). Se puder, troque a farinha de trigo refinada por integral, aveia ou biomassa de banana verde. O açúcar comum pode ser substituído pelo mascavo.


- Se mesmo assim seu filho preferir o lanche do colega, procure saber o que o amigo costuma levar e inclua no cardápio da semana. Se forem guloseimas, combine o consumo a cada 10 ou 15dias.




Espero que tenham gostado das dicas.

Grande Beijo, meu e das pequenas.

09 fevereiro 2017

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Lei 13.257/2016 e ampliação da Licença Paternidade de 5 dias para 20 dias




Oi oi Galerinha, tudo bem?


A licença paternidade teve sua primeira disciplina na CLT, no bojo do art. 473, III, da CLT, que, naquela ocasião, era de 1 (um) dia útil. A intenção inicial do legislador era conceder ao pai condições de registrar o filho, tendo em vista a impossibilidade da mãe que acabou de dar à luz.

Posteriormente, a Constituição Federal/88 em seu artigo 7º, XIX e art. 10, § 1º, no Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, trouxe o direito a 5 (cinco) dias de licença paternidade, prazo que prevalece como direito constitucionalmente estabelecido pela Carga Magna.

Porém, no dia 8 março de 2016 foi publica a Lei 13.257/2016, que dispõe sobre as políticas públicas para a primeira infância e, compondo essas questões, a lei elasteceu a licença paternidade para os empregados de empresas que participam do Programa Empresa Cidadã.

A disposição está estampada no art. 38 da referida lei, in verbis:

“Art. 38: Os artigos. 1º, 3º, 4º e 5º da Lei nº 11.770, de 09 de setembro de 2008, passam a vigorar com as seguintes alterações:

[...]

II - por 15 (quinze) dias a duração da licença paternidade, nos termos desta Lei, além dos 5 (cinco) dias estabelecidos no § 1º do art. 10 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.

[...]”

O Programa Empresa Cidadã foi instituído pela Lei 11.770/2008, de 09 de setembro de 2008, e regulamentado pelo Decreto nº 7.052, de 23 de dezembro de 2009, com a finalidade de prorrogar a licença-maternidade mediante concessão de incentivo fiscal. Quando sancionada a lei, o programa era destinado apenas à licença-maternidade. Todavia, com a edição da Lei 13.257/2016, foi incluído ao programa também a prorrogação da licença paternidade.

Assim, a licença paternidade, somente será garantida ao empregado de pessoa jurídica que aderir ao Programa Empresa Cidadã.

Outro requisito estabelecido pela lei é o prazo para requisição, que esse empregado deve requerer a prorrogação no prazo de 2 (dois) dias úteis após o parto.

Ainda, a prorrogação também é garantida, na mesma proporção, à empregada e ao empregado que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção de criança.

Importante ressaltar que durante o período de prorrogação da licença paternidade o empregado terá direito à remuneração integral.

Também no período de prorrogação o empregado não poderá exercer nenhuma atividade remunerada, bem como a criança deverá ser mantida sob seus cuidados e descumprindo esse requisito, o empregado perde o direito a prorrogação.

As empresas que participam do Programa Empresa Cidadã recebem incentivos fiscais que são regulamentados pela Receita Federal do Brasil – RFB.



Texto por: Giovana Atarasi, é Advogada do Escritório Brasil Salomão
e Matthes Advocacia, e sócia atuante na área trabalhista.


Espero que tenham gostado.

Grande Beijo, meu e das pequenas.



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